Tropas israelenses matam 2 pessoas no sul Líbano, diz mídia estatal; Hezbollah acusa Israel de violar cessar-fogo
Parente de uma pessoa que desapareceu após bombardeio no sul do Líbano chora em meio aos escombros em ataque israelense no sábado (20). Mohammed Zaatari/AP Photo Disparos de tropas israelenses mataram duas pessoas no sul do Líbano nesta terça-feira (23), informaram a Defesa Civil libanesa e a mídia estatal. Em resposta, o Hezbollah acusou Israel de ter violado o cessar-fogo no país. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Soldados israelenses abriram fogo contra um grupo de pessoas perto de uma escavadeira que limpava uma estrada no bairro al-Deir, em Nabatieh al-Fawqa, no sul do Líbano, informou a agência estatal libanesa NNA. O Exército israelense, por sua vez, afirmou que atingiu "terroristas armados" que representavam uma ameaça iminente a seus soldados operando em uma região ao sul de Nabatieh. A pasta não mencionou as mortes, e disse apenas que seus soldados operavam dentro da zona-tampão estabelecida no sul do Líbano no momento de seu incidente. Minutos após a notícia do ataque, o grupo terrorista libanês Hezbollah acusou Israel de ter violado a trégua no conflito entre eles, e disse que o ataque das tropas israelenses deixou feridos além dos dois mortos. O grupo, no entanto, não deixou claro se retaliaria. Agora no g1 O incidente desta terça foi o primeiro ataque no Líbano reivindicado por Israel desde domingo e também as primeiras mortes no país envolvendo tropas israelenses nos últimos três dias. Um cessar-fogo entre Hezbollah, apoiado pelo Irã, e as forças israelenses no sul do Líbano integra o acordo de paz provisório assinado entre EUA e Irã na semana passada. O governo de Benjamin Netanyahu, no entanto, tem sido relutante para aceitar a total interrupção dos combates com o grupo terrorista libanês. O Irã insistiu que Israel cesse o fogo no Líbano como parte de um acordo provisório com os Estados Unidos assinado na semana passada. Um comunicado conjunto divulgado na segunda-feira ao fim das negociações entre EUA e Irã, mediadas por Paquistão e Catar na Suíça, afirmou que as partes concordaram em criar uma “célula de desconflição” para garantir o cumprimento do fim das hostilidades no Líbano. Desde que o Hezbollah abriu fogo contra Israel em apoio ao Irã em 2 de março, ataques israelenses no Líbano mataram mais de 4.100 pessoas, incluindo 773 mulheres, crianças e profissionais de saúde, segundo o Ministério da Saúde libanês. O número não especifica quantos combatentes estão entre os mortos. Os ataques israelenses forçaram cerca de 1,2 milhão de pessoas a deixarem suas casas no Líbano, de acordo com autoridades libanesas. O número de mortos em Israel neste episódio de hostilidades com o Hezbollah inclui ao menos 32 soldados e quatro civis israelenses.

Parente de uma pessoa que desapareceu após bombardeio no sul do Líbano chora em meio aos escombros em ataque israelense no sábado (20). Mohammed Zaatari/AP Photo Disparos de tropas israelenses mataram duas pessoas no sul do Líbano nesta terça-feira (23), informaram a Defesa Civil libanesa e a mídia estatal. Em resposta, o Hezbollah acusou Israel de ter violado o cessar-fogo no país. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Soldados israelenses abriram fogo contra um grupo de pessoas perto de uma escavadeira que limpava uma estrada no bairro al-Deir, em Nabatieh al-Fawqa, no sul do Líbano, informou a agência estatal libanesa NNA. O Exército israelense, por sua vez, afirmou que atingiu "terroristas armados" que representavam uma ameaça iminente a seus soldados operando em uma região ao sul de Nabatieh. A pasta não mencionou as mortes, e disse apenas que seus soldados operavam dentro da zona-tampão estabelecida no sul do Líbano no momento de seu incidente. Minutos após a notícia do ataque, o grupo terrorista libanês Hezbollah acusou Israel de ter violado a trégua no conflito entre eles, e disse que o ataque das tropas israelenses deixou feridos além dos dois mortos. O grupo, no entanto, não deixou claro se retaliaria. Agora no g1 O incidente desta terça foi o primeiro ataque no Líbano reivindicado por Israel desde domingo e também as primeiras mortes no país envolvendo tropas israelenses nos últimos três dias. Um cessar-fogo entre Hezbollah, apoiado pelo Irã, e as forças israelenses no sul do Líbano integra o acordo de paz provisório assinado entre EUA e Irã na semana passada. O governo de Benjamin Netanyahu, no entanto, tem sido relutante para aceitar a total interrupção dos combates com o grupo terrorista libanês. O Irã insistiu que Israel cesse o fogo no Líbano como parte de um acordo provisório com os Estados Unidos assinado na semana passada. Um comunicado conjunto divulgado na segunda-feira ao fim das negociações entre EUA e Irã, mediadas por Paquistão e Catar na Suíça, afirmou que as partes concordaram em criar uma “célula de desconflição” para garantir o cumprimento do fim das hostilidades no Líbano. Desde que o Hezbollah abriu fogo contra Israel em apoio ao Irã em 2 de março, ataques israelenses no Líbano mataram mais de 4.100 pessoas, incluindo 773 mulheres, crianças e profissionais de saúde, segundo o Ministério da Saúde libanês. O número não especifica quantos combatentes estão entre os mortos. Os ataques israelenses forçaram cerca de 1,2 milhão de pessoas a deixarem suas casas no Líbano, de acordo com autoridades libanesas. O número de mortos em Israel neste episódio de hostilidades com o Hezbollah inclui ao menos 32 soldados e quatro civis israelenses.

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