Entre adaptação e agroecologia, jovem do Semiárido defende permanência no território em painel na COP17, na Mongólia
Painel “Drylands, Big Solutions: From the Frontlines of Adaptation to Agroecological Food Systems Transformation” no Pavilhão Basil da COP17 na Mongólia. Maristela Crispim/ Arquivo pessoal Enquanto a COP17 discute, em Ulaanbaatar, Mongólia, caminhos de adaptação para regiões secas e de transformação dos sistemas alimentares por meio da agroecologia, quem vive no Semiárido também leva para a conferência experiências construídas dentro dos próprios territórios. Entre os participantes de um dos debates está Sival da Silva Fiuza, de 23 anos, morador de uma comunidade rural tradicional localizada no Sertão do Pajeú, em Pernambuco. Ele representa, na COP17, a Rede de Juventudes da Plataforma Semiárido da América Latina, na qual atua como ponto focal de juventude dentro da secretaria executiva, e também é jovem multiplicador da agroecologia.

Painel “Drylands, Big Solutions: From the Frontlines of Adaptation to Agroecological Food Systems Transformation” no Pavilhão Basil da COP17 na Mongólia. Maristela Crispim/ Arquivo pessoal Enquanto a COP17 discute, em Ulaanbaatar, Mongólia, caminhos de adaptação para regiões secas e de transformação dos sistemas alimentares por meio da agroecologia, quem vive no Semiárido também leva para a conferência experiências construídas dentro dos próprios territórios. Entre os participantes de um dos debates está Sival da Silva Fiuza, de 23 anos, morador de uma comunidade rural tradicional localizada no Sertão do Pajeú, em Pernambuco. Ele representa, na COP17, a Rede de Juventudes da Plataforma Semiárido da América Latina, na qual atua como ponto focal de juventude dentro da secretaria executiva, e também é jovem multiplicador da agroecologia.

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